sábado, 25 de julho de 2009

80 anos UMA IDADE BONITA

Foi no passado domingo, 19 de Julho, que o mais velho do clã SOARES (da Vermelha) festejou os seus oitenta anos. No ambiente bucólico da Curia, juntou-se a família. O António e a Evangelina. Os filhos Manel Zé (e Ana), Lurdes (e Zé Manel), Dina e Daniel. Os netos Pedro (e Isabel), Manel, Bruno (e Joana), João, Diana, Ricardo, Beatriz e Ana. Os bisnetos Pedro e João. Dos oitenta aos dezanove meses. O futuro da família Soares está assegurado. Foi bonita a festa. Vai ficar na memória de todos.

domingo, 5 de julho de 2009

TANTO SÍTIO, SÓ PARA DOIS PÉS

Ontem, sábado, aproveitei uma ida a Lisboa ( mais uma actividade relacionada com o Movimento Associativo Popular), para passar pela casa da Damaia. Hoje dos e habitada pelos meus pais, depois de eu lá ter vivido mais de uma dezena de anos. Era aí que continuavam, na mesma estante de sempre feita pelo Carlos Gameiro, umas dezenas de livros e outras tantas pastas. São parte da minha vida, que ficou por esse lugar, e a que de tempos a tempos gostava de voltar.

Ao longo da vida andei por muito sítio onde deixei objectos materiais e experiências vividas. Na tarde de ontem, de forma simbólica, com os livros e pastas vieram muitas alegrias e muitos dramas.

Hoje, continuo a procurar sempre o melhor e saltar de sítio para sítio. Só tenho dois pés. Não consigo dar e dar-me a todos os lugares, a todas as causas e a todas as pessoas. Decerto uma das razões para a ansiedade que, de tempos a tempos, me assalta.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

NADA DE ABUSOS

As taxas moderadoras, na saúde, foram criadas (de tempos a tempos actualizadas/aumentadas) para disciplinar a utilização excessiva do SNS - Serviço Nacional de Saúde.

Nos últimos trinta anos nunca acedi aos serviços do SNS ("quase uma saúde de ferro"). Recentemente tive uma cólica renal, pelo que me socorri de um serviço de urgência hospitalar.
Resultado: a maleita passou e, paguei taxa moderadora, PARA NÃO ABUSAR!

segunda-feira, 22 de junho de 2009

ALGO ESTÁ A MUDAR

Nos últimos dias adaptei uma nova forma de organização das minhas tarefas profissionais. Alguns resultados já começaram a aparecer. Além disso, aos poucos vou assegurando êxitos no futuro.
Por outro lado, continua a minha batalha para ser ouvido nos locais e ocasiões em que posso falar. Infelizmente, se por um lado constato que não gostam do meu tom de voz, por outro vão procurando afastar-me da participação colectiva. Mas como em grande parte das situações que vivi, o futuro vai dizer que tenho razão.
Dou o que posso e trabalho com todos, mas há os que mandam... e que não aceitam o meu contributo e não me querem a trabalhar por perto. Enfim, problema deles.

domingo, 14 de junho de 2009

O TEMPO NÃO CHEGA PARA TUDO O QUE GOSTAMOS

Por isso este meio de contacto tem sido desprezado. Mas, felizmente tenho estado com e junto de quem gosto. Mais, tenho arranjado tempo e energia para estar junto de muita gente anónima que precisa de ajuda para não perder a esperança e lutar por uma sociedade mais justa.

sábado, 25 de abril de 2009

25 de ABRIL foi ontem!

Recordo-me do lanche com dois amigos no dia 23 de 1974, na pequena pastelaria da Rua da Betesga, em que se discutiu a nacionalização dos seguros, porque a revolução estava a chegar.
Lembro-me do comboio vazio da Damaia para o Rossio e dos passageiros olharem para as instalações do Colégio Militar enquanto sussurram e ouviam pequenos rádios.

Frente ao Teatro D. Maria II, pelas nove da manhã, quando soube o que se passava, disse: "Já não vou à guerra". A liberdade e o fim da guerra colonial continuam a ser motivos de comemoração.

Toda a manhã desse dia de "chuva molha tolos", foi passada junto dos militares da Baixa. Com mais colegas de trabalho, bem jovens como eu, demos cigarros e alguma alimentação aos jovens soldados. O meu almoço foi em casa. Queria saber como estavam os meus pais. (Naquele tempo não havia telefones, quanto mais telemóveis).

A tarde foi toda vivida no Largo do Carmo e nas ruas adjacentes. Logo nesse dia participei em duas manifestações. Sempre escolhi o meu caminho. Estive lá por vontade própria e com a sensação de que se estava a fazer história. Linda!!!

domingo, 19 de abril de 2009

ACERTAR AGULHAS

Dou por mim a pensar se todo o esforço que faço me leva a algum lado. É que por vezes penso que defendo aquilo que penso que os outros querem e não aquilo que na realidade eles desejam.
Para melhorar a eficiência do meu trabalho preciso de acertar agulhas. Saber o que os outros querem e depois confrontar com aquilo que penso. Se houver coincidência devo então avançar. Mas os resultados não estão garantidos.

sábado, 11 de abril de 2009

Aos meus netos

Para eles, e todas as crianças do mundo, todo o meu esforço por um mundo melhor.

Nascido na Vermelha

Andam por ai muitos a cacarejar sobre as virtudes rubras da sua alma ,
 mas poucos tem no B.I.a naturalidade Vermelha